Visite Holanda, um lugar belíssimo, tranquilo e com vários lugares turísticos para conhecer

Como o dia mostrava um solzinho leve, precisava aproveitar para fotografar. Resolvi, então, ir à cidade de Volendan, próxima a Amsterdã, porém totalmente diferente. A Holanda que eu imaginara ao avistá-la da janela do trem pela primeira vez. A cidade era uma graça, com suas casinhas, suas pontes levadiças, seus cafés bem decorados, suas figuras típicas, holandeses vestidos de preto usando tamancos de madeira e as holandesas com saias rodadas.

O porto era belíssimo, cheio de restaurantes com especialidades em frutos do mar. As lojas de suvenires eram tentadoras. Adorei o pequeno moinho que imitava os da região e tinha uma lâmpada, como num abajur, porém era muito grande para eu poder levá-lo. Como um torcedor de futebol apaixonado, aproveitei e procurei a famosa camisa cor-de-laranja da seleção holandesa.

O lugar era turístico, no entanto, valeu a pena ter estado lá e aproveitei para tirar boas fotos de lembrança. Antes de pegar o ônibus de volta, resolvi andar pela parte do vilarejo onde não havia turistas. Foi maravilhoso. Vi uma Holanda limpíssima, bem cuidada e tranquila, com diversas ciclovias. Prometi a mim mesmo que, se porventura, um dia, voltasse por essas bandas com mais tempo, alugaria uma bicicleta para explorar esse outro lado deste belo país.

Na volta a Amsterdã, vi que a parada final do ônibus ficava ao lado da estação central de trem, que, por sua arquitetura imponente, já era por si só uma atração turística. Aquele lugar parecia ser o grande centro, pois tudo saía de lá. Vários bondes saíam para toda a cidade, vários ônibus iam para outras localidades e vários barcos de passeio atravessavam os canais de Amsterdã.

Esses barcos tinham certas características para se adaptarem ao local. Eram baixos o suficiente para poderem passar sob as pontes que cortavam toda a cidade. Decidi fazer o passeio, pois o preço diminuía consideravelmente depois de certa hora cio dia e, cm vez de seguir de bonde ou de ônibus, iria nesses barcos típicos c sofisticados.

Ao partir naquele Bateau Mouche de Amsterdã, eu estava agitadíssimo. Sentia-me o próprio milionário. Afinal, sempre achei os transportes fluviais especiais e pitorescos e ali, especificamente, era um city tour, com um guia explicando e nos mostrando a cidade.

As informações variavam desde curiosidades, como o prédio mais estreito, a grandes e importantes dicas sobre edifícios históricos e, finalmente, explicações de como faziam para conter as águas. Era incrível como um país poderia estar abaixo do nível do mar. Fiquei impressionado com o “fino” tirado pelo teto do barco da parte de baixo das pontes. Como algumas dessas pontes eram largas, chegava a dar uma sensação de claustrofobia, como se fôssemos ficar presos debaixo delas e a água fossem subir e nos cobrir completamente.

Sem ter outra coisa para fazer, fui dar uma “paquerada”.

Infelizmente, as únicas garotas possíveis eram duas “irmãs”, cujo pai não tirava o olho de cima. Acabei me divertindo nesse senta levanta-não-se-dá-conta-pisca-e-ri, depois fica-sério-abaixa-a-cabeça-disfarça-e-dá-um-sorriso-maroto, tudo isso sem que o velho percebesse o que estava acontecendo.

Era impressionante e bastante irônico o fato de ter uma grande expectativa em ganhar uma garota muito doida naquele lugar e o mais perto que chegara de uma conquista eram essas duas irmãs que sei lá de que país eram com um pai puritano. Pus fim ao passeio saltando bem próximo à outra atração que considerava imperdível: o Museu Van Gogh.

Deixe uma resposta